Calma, calma, calma. Muita gente pode achar que esse é mais um texto lgbtifóbico, mas não é disso que se trata. Estou falando de um grande lutador de boxe do Brasil. Foi campeão, nem tão valorizado assim em nosso país, mas tem seu espaço na mídia e o carinho de muitos torcedores de boxe e amantes de esportes em geral. Hoje, ele é um exemplo de como deve ser uma sociedade civilizada no planeta; um lutador que participa de vários projetos de boxe para crianças e adolescentes carentes. De quem se trata? De Acelino Freitas, o Popó!

Isso. Ele mesmo. Popó vai voltar ao ring para participar de uma “luta show” com o influencer Whinderson Nunes, que encontrou no boxe a cura para depressão.

Popó tem em sua rotina diária, entre várias porradas na sua academia, o amor incondicional a seu filho, Juan Freitas, estudante no quinto ano de medicina, gay assumido e que ele, Popó, chama carinhosamente de “bichona”.

Popó, que cumprimenta o filho com um "fala bichona", conta que já acompanhou seu filho Juan em boates gay e até conversam sobre relacionamentos. A relação entre os dois é de muito respeito, amor e carinho.

Popó talvez não tenha noção de quantas “porradas” ele dá na

Lgbtqifobia ao declarar sua relação familiar naturalmente na mídia. Talvez, não saiba que todas as glórias e orgulho que ele já proporcionou ao Brasil, somado com sua contribuição às crianças carentes, não chega perto da grande contribuição que dá à comunidade LGBTQI+.

Popó é a esperança de que o sonho dessa comunidade, de ter uma sociedade sem  lgbtqifobia, com menos porrada e mais amor, carinho e respeito é possível. Valeu Campeão!


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