A pretexto de fazer o leitor descobrir a qual classe social pertence, de acordo com critérios estabelecidos pela Fundação Getúlio Vargas, IBGE ou pelo Critério Brasil (da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa), a Folha/UOL repetiram a dose e novamente e atribuíram às políticas econômicas e sociais bem sucedidas nos governos Lula e Dilma, à famigerada “década”.

A Folha já havia escondido o fato dos negros terem mais visibilidade no ensino superior a tal “década”, e não devido à política de cotas e da própria ascensão social da chamada “nova classe média” possibilitada naquele período.

O leitor pode encontrar o teste proposto no site do UOL (https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2020/12/29/teste-qual-classe-social-voce-e.htm).

A resposta para quem está na Classe C é essa:

“Conforme dados da FGV Social, no ano de 2018, a classe C, também conhecida como “nova classe média”, correspondia a 55,3% da população brasileira, em torno de 115,3 milhões de pessoas.

Esse agrupamento incorporou famílias que melhoraram de vida no ciclo econômico positivo da primeira década de 2000, mas também inclui famílias da classe B que empobreceram.

Todavia, se comparada a 2003, quando comportava cerca de 67,1 milhões de pessoas, é perceptível um grande crescimento desse grupo, que se estabilizou, mesmo com as sucessivas crises econômicas, na faixa de 55% da população”.

A Folha/UOL continuam escondendo os governos Lula e Dilma de seus leitores.


 

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